Às vezes custa-me a aceitar que tudo na vida seja aleatório o que, de acordo com as minhas convicções, é o que me parece mais certo. Outras vezes penso exactamente o contrário, se já me aconteceu isto não me vai acontecer aquilo, o que também não faz sentido (nem se verifica). Afinal em que é que ficamos? Vale tudo?
Acho que sim. O que fazemos (para o bem ou para o mal), o que nos fazem (idem), ou o que ainda vamos fazer, não entra num esquema tipo "contabilidade organizada" de débitos e créditos a nosso (des)favor.
E eu que até sou um gajo com a balança minimamente equilibrada...
Mais um sorriso, Este tem que valer por dois, Em vez do grito que não dei