Mais um sorriso, Este tem que valer por dois, Em vez do grito que não dei
terça-feira, março 17, 2009
Graças a deus
(tirado daqui)Gostava que alguém me explicasse a lógica que está por trás da expressão "graças a deus".
"Graças a deus tenho dinheiro para..."; "Graças a deus nunca me faltou ..."; "Sempre tive saúde e, graças a deus, sempre pude...".
Será que quando a vida nos corre mal podemos converter a frase para qualquer coisa como: "Por desgraça de deus tenho cada vez menos"? Ou será que podemos dizer, por exemplo, "por desgraça de deus muita gente morre à fome neste mundo"?
É que se isto for tudo em função da graça divina há algumas questões que, no mínimo, dão que pensar.
Como é que o mesmo deus a uns permite uma vida de luxo e prosperidade (quando em grande parte dos casos a mesma é feita à custa do sacrificio alheio) e a outros nem sequer permite a sobrevivência?
Vá, parem lá com essa do "graças a deus" porque - na melhor das hipóteses - estão a ofender o senhor.
sexta-feira, março 13, 2009
Afinal os sarilhos não são só com Alá.
O bispo britânico Richard Williamson - que diz não acreditar no Holocausto e para quem as câmaras de gás nunca existiram - foi recentemente brindado com o levantamento da sua excomunhão.
Uma mãe brasileira que salva a vida da filha de 9 anos - grávida de gémeos por violação do padrasto - é excomungada juntamente com a equipa médica que a salvou. É ou não é lógico?
A mim dá-me sempre vontade de rir quando ouço alguém dizer, ou dar a entender, que é muito católico. Com notícias como esta acho que passo a ter vontade de chamar a polícia.
E ainda falam de Alá...
quinta-feira, março 05, 2009
A defesa da vida
Achei esta notícia um nojo. Até ler esta.
Ainda há uns dias o cardeal Saraiva Martins dizia que uma criança para ser formada normalmente precisa de um pai e de uma mãe. E não de dois pais ou de duas mães. Esqueceu-se D. José de dizer que acha normalíssimo uma criança ser formada pela mãe e pelo avô, ou será pela irmã e pelo pai?
Não sei. Mas sei que o que é preciso é defender a vida até às últimas consequências.
quarta-feira, março 04, 2009
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