Mais um sorriso, Este tem que valer por dois, Em vez do grito que não dei

terça-feira, março 24, 2009

terça-feira, março 17, 2009

And Now for Something Completely Different

Outras proibições com muita falta de gosto.

É que até parece que não sei falar de outra coisa

mas eles não me dão descanso.

E ainda falam de Alá...

Graças a deus

(tirado daqui)

Gostava que alguém me explicasse a lógica que está por trás da expressão "graças a deus". 

"Graças a deus tenho dinheiro para..."; "Graças a deus nunca me faltou ..."; "Sempre tive saúde e, graças a deus, sempre pude...".

Será que quando a vida nos corre mal podemos converter a frase para qualquer coisa como: "Por desgraça de deus tenho cada vez menos"? Ou será que podemos dizer, por exemplo, "por desgraça de deus muita gente morre à fome neste mundo"?

É que se isto for tudo em função da graça divina há algumas questões que, no mínimo, dão que pensar. 

Como é que o mesmo deus a uns permite uma vida de luxo e prosperidade (quando em grande parte dos casos a mesma é feita à custa do sacrificio alheio) e a outros nem sequer permite a sobrevivência? 

Vá, parem lá com essa do "graças a deus" porque - na melhor das hipóteses - estão a ofender o senhor.

sexta-feira, março 13, 2009

Afinal os sarilhos não são só com Alá.

O bispo britânico Richard Williamson - que diz não acreditar no Holocausto e para quem as câmaras de gás nunca existiram - foi recentemente brindado com o levantamento da sua excomunhão. 

Uma mãe brasileira que salva a vida da filha de 9 anos - grávida de gémeos por violação do padrasto - é excomungada juntamente com a equipa médica que a salvou. É ou não é lógico?

A mim dá-me sempre vontade de rir quando ouço alguém dizer, ou dar a entender, que é muito católico. Com notícias como esta acho que passo a ter vontade de chamar a polícia.

E ainda falam de Alá...

quinta-feira, março 05, 2009

Monótono?

Talvez...

A defesa da vida

Achei esta notícia um nojo. Até ler esta. 

Ainda há uns dias o cardeal Saraiva Martins dizia que uma criança para ser formada normalmente precisa de um pai e de uma mãe. E não de dois pais ou de duas mães. Esqueceu-se D. José de dizer que acha normalíssimo uma criança ser formada pela mãe e pelo avô, ou será pela irmã e pelo pai? 

Não sei. Mas sei que o que é preciso é defender a vida até às últimas consequências.

quarta-feira, março 04, 2009

Los Abrazos Rotos